sexta-feira, 29 maio 2020.
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Setor cervejeiro ganha financiamento emergencial para contornar efeitos da pandemia nos negócios

Microempreendedores do setor cervejeiro atingidos pelos impactos da crise provocada pelo novo coronavírus ganham um alento a partir de agora. Uma parceria da Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Stas), por meio do programa RS Trabalho, Emprego e Renda – TER com o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e o RS Garanti – Associação Garantidora de Crédito permitirá que continuem no mercado empreendedores do setor vinculados à Associação Gaúcha de Microcervejarias (AGM). A proposta é que o microcervejeiro garanta 20% do crédito solicitado, enquanto o Sicoob cobre o restante por meio da RS Garanti. O valor máximo de crédito para investimento é de R$ 50 mil.

A dinâmica básica do RS TER é constituir e estimular uma grande rede em que a geração de trabalho, emprego e renda se dê por fomento aos novos negócios e aos existentes. A Stas fica encarregada de articular essas ações. “Por isso que o projeto é gerenciado por um organismo de governança, com quatro câmaras, entre elas uma ligada ao sistema produtivo, no caso da AGM, e outra ao sistema financeiro e de garantias, na qual estão o Sicoob e a RS Garanti”, explica o diretor de Projetos Estratégicos da Stas, Jorge Imperatore.

As outras duas câmaras estão associadas ao território e à capacitação. Segundo Imperatore, a proposta é que as ações aconteçam em diálogo com as quatro câmaras e que sejam vinculadas às políticas públicas dos governos federal, estadual e municipal. “Essas conexões devem se concretizar com uma visão sistêmica de desenvolvimento para os micro e pequenos empreendedores. É uma maneira ímpar de podermos ter um resultado positivo na geração de novos negócios e a sustentabilidade dos que já existem”, complementa.

Como vai funcionar

A partir da parceria, as taxas de giro parcelado ficam em 1% ao mês fixo, no prazo máximo de pagamento em 12 meses; 1,1%, de 3 até 24 meses; e 1,3%, de 25 até 36 meses. O valor máximo que pode ser captado para capital de giro é de R$ 125 mil. Ainda existe a possibilidade de outra linha de giro parcelado, onde a taxa fica em 0,7% mais o Certificado de Depósito Interbancário (CDI) ao mês, no período de 37 até 48 meses.

Além do valor máximo de R$ 50 mil, haverá uma linha adicional chamada “investimento”, com o valor máximo de R$ 200 mil e com o prazo máximo de pagamento em até 60 meses. O valor da taxa fica em 0,60 mais CDI. O cartão BNDES também vai existir com o valor máximo de R$ 49,5 mil em até oito meses para pagar. O Sicoob vai levar em conta o faturamento de 12 meses da empresa, o que permite que diversas microcervejarias consigam conquistar o crédito.

Haverá, ainda um período de carência de 90 até 180 dias. Caso toda documentação esteja em dia, o Sicoob estima um prazo máximo de sete dias para o empréstimo estar na conta do cervejeiro, em demanda realmente emergencial. O presidente da AGM, Diego Machado, salienta que essa linha de crédito contemplará também a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e o Sindicato de Hospedagem e Alimentação (Sindha).

Informações: telefone (51) 3103-0310 ou pelo WhatsAspp (51) 98207-0750.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

Filiação PJ

• Contrato Social/Alterações
• Faturamento contábil dos últimos 12 meses
• Consulta do simples nacional ou declaração do regime de tributação
• Três últimos balanços com DRE
• Balancete atualizado dos últimos quatro meses

Sócio/proprietário

• Documento de Identificação com foto (RG, CNH)
• Comprovante de residência (água, luz, telefone) atualizado dos últimos 60 dias
• Comprovante de renda atualizado dos últimos 60 dias (holerite, folha de pagamento, declaração de imposto de renda)
• Se o estado civil for casado: certidão de casamento, documento de identificação com foto (RG, CNH) do (a) cônjuge
• Se divorciado: certidão de casamento com averbação de divórcio
• Se viúvo: certidão de óbito

Texto: Carolina Zeni/Ascom Stas
Edição: Secom

Fonte: Portal do Estado do Rio Grande do Sul

Petrobras aumenta diesel em 7% e gasolina em 5% nas refinarias

 

A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (26), que subirá os preços do litro do diesel em 7% e da gasolina em 5%. Os novos valores valem a partir desta quarta-feira (27). Apesar dos aumentos, no acumulado do ano, a gasolina acumula redução de 30,9% e o diesel, redução de 35,4%. As informações são da assessoria da empresa.

Com o aumento de 7%, ou R$ 0,10 por litro, o preço médio do diesel da Petrobras para as distribuidoras passará a R$ 1,51 por litro. O aumento de 5% da gasolina representará R$ 0,06 por litro, representando preço médio de R$ 1,32 por litro às distribuidoras.

Segundo levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 10 e 16 de maio, o preço médio da gasolina comum no país foi de R$ 3,808. O diesel S-500, foi de R$ 3,055. O etanol, de R$ 2,548. E o gás de cozinha, de R$ 69,50, para o botijão de 13 kg.

Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.

Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.”

Fonte: EBC – Agência Brasil

Compras com cartões crescem 14,1% no primeiro trimestre, diz Abecs

 

Levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) mostrou que as compras pagas com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 14,1% no primeiro trimestre de 2020, somando R$ 475,7 bilhões.

O resultado indica uma leve desaceleração ante os semestres anteriores, atribuída ao início de quarentena e isolamento social no país devido à pandemia do covid-19.

Segundo os dados, foram movimentados R$ 297,7 bilhões (+14,1%) com cartões de crédito, R$ 170,8 bilhões (+12,5%) com cartões de débito e R$ 7,1 bilhões (+78,9%) com cartões pré-pagos. Em quantidade, foram ao todo 5,8 bilhões de transações com cartões ao longo do primeiro trimestre, o que representa um crescimento de 15,3%  em relação ao mesmo período do ano passado.

No mês de março, o volume movimentado foi de R$ 148,6 bilhões, 3,4% a mais  do que em março de 2019. Mesmo com alta, esse foi o menor crescimento desde 2007, e as estimativas indicam que os brasileiros deixaram de transacionar cerca de R$ 20 bilhões com cartões no mês.

As transações mais expressivas no início da quarentena foram registradas em serviços básicos, educação e saúde (+35,3%), varejo alimentício (+29,6%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+21,8%). Na outra ponta, sofreram maior impacto setores como tecidos, vestuário e calçados (-20,5%) e turismo e entretenimento (-17,9%).

Os pagamentos digitais feitos de forma não presencial durante as compras eletrônicas chegaram a R$ 86,7 bilhões no primeiro trimestre, com crescimento de 23,2%. Em março a alta foi de 10,5%. “ A tendência é que esse segmento volte a atingir um patamar mais elevado de crescimento nos meses seguintes dada a manutenção das políticas de isolamento social”, diz a Abecs.

Os pagamentos por aproximação cresceram 456% no primeiro trimestre, movimentando R$ 3,9 bilhões. Em março, já sob os efeitos da quarentena, a alta foi de 385%, com volume de R$ 1,4 bilhão.

Projeção 2020

Segundo a Abecs, mesmo com os efeitos da crise, o setor de meios eletrônicos de pagamento deve encerrar o ano com saldo positivo e transacionar em torno de R$ 1,9 trilhão, com crescimento entre 1% e 3% em comparação com o ano anterior.

Fonte: EBC – Agência Brasil

Brasil tem 134 milhões de usuários de Internet, aponta pesquisa

 

Três em cada quatro brasileiros acessam a internet, o que equivale a 134 milhões de pessoas. Embora a quantidade de usuários e os serviços online utilizados tenham aumentado, ainda persistem diferenças de renda, gênero, raça e regiões.

As informações são da pesquisa TIC Domicílios 2019, mais importante levantamento sobre acesso a tecnologias da informação e comunicação, realizada pelo Centro Regional para o Desenvolvimento de Estudos sobre a Sociedade da Informação (Cetic.br), vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Conforme o estudo, 74% dos brasileiros acessou a internet pelo menos uma vez nos últimos três meses. Outros 26% continuam desconectados. Se consideradas as pessoas que utilizam aplicativos que necessitam da conexão à internet (como Uber ou serviços de delivery de refeições), o percentual sobe para 79%. Há 10 anos, 41% da população estava nesta condição. Deste então, o crescimento se deu em média de 3,3% ao ano.

O acesso teve índices semelhantes entre mulheres (74%) e homens (73%). Mas os dados da pesquisa evidenciam diferenças entre os brasileiros. O índice varia entre as pessoas nas áreas urbana (77%) e rural (53%). Foi a primeira vez que a conectividade no campo ultrapassou a metade dos residentes nesses locais.

O percentual difere também entre brancos (75%), pardos (76%), pretos (71%), amarelos (68%) e indígenas (65%). No grau de instrução, 97% dos usuários que têm curso superior acessam a rede e 16% dos analfabetos ou da educação infantil usam a internet.

No recorte por renda, o nível de acesso foi de 61% entre os que ganham menos de um salário mínimo, 86% entre os que recebem de três a cinco salários mínimos e 94% entre os usuários com remuneração acima de 10 salários mínimos. O índice também é distinto entre os participantes da força de trabalho (81%) e os fora das atividades laborais (64%).

Dispositivos

Em relação ao dispositivo, os smartphones e outros aparelhos móveis são as ferramentas mais comuns para se conectar (99%), seguidos dos computadores (42%), das TVs (37%) e dos videogames (9%). A alternativa por televisores cresceu 7% entre 2018 e 2019, mostrando um novo recurso para a conexão.

Do total de usuários, 58% o fazem apenas por essa tecnologia. Em 2014, o percentual era maior pelo computador (80%) do que pelo celular (76%), e desde então a tendência se inverteu. No recorte por características socioeconômicas, a exclusividade do acesso móvel foi maior no campo (79%) do que nas cidades (56%), entre pretos (65%) do que entre brancos (51%) e nas classes D e E (85%) do que na A (11%).

A dependência de muitos brasileiros dos dispositivos móveis impacta a qualidade dos acessos, uma vez que esta modalidade possui franquias com quantidade limitada de dados, o que restringe a quantidade de serviços que podem ser utilizados ao longo do mês.

Tecnologias digitais

De acordo com a pesquisa, 58% das pessoas já utilizaram um computador. Nos recortes por gênero e raça, houve variação entre mulheres (55%) e homens (62%) e entre brancos (63%), pardos (57%), pretos (55%), amarelos (57%) e indígenas (48%). Na avaliação por renda, há diferença também entre os que recebem até um salário mínimo (41%) e mais de 10 salários mínimos (92%). Na área urbana, o índice é de 62%, enquanto na rural fica em 32%.

Uso

Em relação à frequência de uso dos usuários, 90% relataram acessar todos os dias, 7% pelo menos uma vez por semana e 2% pelo menos uma vez por mês.

Os recursos mais utilizados são o envio de mensagens por Whataspp, Skype ou Facebook Messenger (92%), redes sociais como Facebook ou Snapchat (76%), chamadas de vídeo por Skype ou Whatsapp (73%), acesso a serviços de governo eletrônico (68%), envio de e-mails (58%), compras por comércio eletrônico (39%) e participação de listas ou fóruns (11%).

As informações mais buscadas foram sobre produtos e serviços (59%), serviços de saúde (47%), pagamentos ou transações financeiras (33%) e viagens e acomodação (31%). Na área de educação e trabalho, as práticas mais comuns foram pesquisas escolares (41%), estudo online por conta própria (40%), atividades de trabalho (33%) e armazenamento de dados (28%).

Na avaliação do gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa, os dados da pesquisa evidenciam que “embora o acesso esteja aumentando, o uso mais sofisticado ainda está na mão de pessoas de classe, renda e escolaridades mais altas”, uma vez que diversos usos (como consumo de serviços de streaming, cursos online e governo eletrônico) são mais comuns entre mais ricos e com maior instrução formal do que em outros segmentos.

Por essa situação, Barbosa defende a necessidade de se preocupar “com o desenvolvimento de habilidades digitais para todo mundo, considerando que serão exigidas competências que não temos hoje” acerca dessas tecnologias digitais.

Fonte: EBC – Agência Brasil

Covid-19: Brasil tem 391.222 casos confirmados e 24.512 mortes

 

O Brasil registrou 1.039 novas mortes, chegando ao total de 24.512. O resultado representou um aumento de 4,4% em relação a ontem(25), quando foram contabilizados 23.473 falecimentos por covid-19. Os números foram divulgados no balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (26).

Foram incluídas nas estatísticas 16.324 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, somando 391.222. O resultado marcou um acréscimo de 4,3% em relação a ontem, quando o número de pessoas infectadas estava em 374.898.

Do total de casos confirmados, 208.117 estão em acompanhamento e 158.593 foram recuperados. Há ainda 3.882 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (6.423). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.361), Ceará (2.603), Pernambuco (2.328) e Pará (2.469).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (1.852), Maranhão (817), Bahia (495), Espírito Santo (487), Alagoas (354), Paraíba (286), Minas Gerais (234), Rio Grande do Norte (220), Rio Grande do Sul (203), Amapá (173), Paraná (159), Rondônia (133), Distrito Federal (124), Santa Catarina (121), Piauí (119), Sergipe (116), Acre (105), Goiás (104), Roraima (102), Tocantins (64), Mato Grosso (43) e Mato Grosso do Sul (17).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (86.017), Rio de Janeiro (40.024), Ceará (37.021), Amazonas (31.949) e Pernambuco (28.854). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (28.600), Maranhão (24.278), Bahia (14.566), Espírito Santo (10.889) e Paraíba (8.919).

Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Das mortes por covid-19, 69% tinham acima de 90 anos e pelo menos 63% apresentavam algum fator de risco. Entre estes, os mais comuns eram doenças do coração, diabetes, doenças renais, doenças neurológicas e pneumopatias.

Até o momento, 173.819 pessoas foram hospitalizadas por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Deste total, 54.951 foram por covid-19, 1.877 por influenza, 59.660 não especificados e outras 54.994 ainda em investigação.

Fonte: EBC – Agência Brasil

Polícia Federal deflagra Operação Camilo para investigar desvio de recursos públicos da saúde no RS

Porto Alegre/RS – A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (27/5), em uma ação da Força-Tarefa formada também por Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul, Ministério Público Federal e Ministério Público do Rio Grande do Sul, a Operação “Camilo” para dar cumprimento a 129 medidas judiciais.

As investigação apuram crimes de fraude à licitação, peculato, corrupção passiva, organização criminosa, ocultação de bens, crime de responsabilidade e desobediência. O prejuízo estimado, até o momento, é de R$ 15 milhões de reais em recursos da saúde, repassados pela União e pelo estado do Rio Grande do Sul a uma Organização Social.

As ações de hoje ocorrem nos municípios gaúchos de Porto Alegre, Rio Pardo, Butiá, Canoas, Capela de Santana, Gravataí, Cachoeirinha, São Leopoldo, Guaíba, Portão, Cacequi e São Gabriel, nas cidades paulistas de São Paulo e São Bernardo do Campo, na cidade do Rio de Janeiro, e em Florianópolis e São José, no estado de Santa Catarina.

São cumpridos 61 mandados de busca e apreensão, 15 mandados de prisão temporária, além de medidas judiciais de arresto/sequestro de bens móveis e imóveis, bloqueio de valores depositados em contas dos investigados e de empresas e afastamento cautelar de funções exercidas por cinco servidores públicos municipais.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e pela Justiça Estadual de Rio Pardo/RS.

Conforme apurado, o serviço de saúde do Hospital Regional do Vale do Rio Pardo (HRVRP) foi terceirizado para uma Organização Social por meio de um processo de chamamento público direcionado. A instituição vencedora foi escolhida em outubro de 2017, para administrar diversos subsistemas de atividades, como serviços de vigilância e portaria, alimentação e dietética, manutenção predial, lavanderia, limpeza e sanitização hospitalar, radiologia, exames de imagem e SAMU.

Uma vez contratada, a Organização Social subcontratou empresas que serviram de instrumento de execução de desvio de dinheiro público, especialmente, através do superfaturamento dos valores cobrados pelos serviços prestados e pela não execução de partes de suas obrigações contratuais. As provas coletadas, até o presente momento, indicam a existência de um esquema criminoso que conta com a participação dos gestores da Organização Social, de empresas privadas e de servidores públicos.

No período compreendido entre novembro de 2017 e fevereiro de 2020 foram destinados ao HRVRP cerca de R$ 60 milhões em recursos federais e estaduais. Desse valor, R$ 30 milhões foram repassados pela Organização Social às empresas subcontratadas. Até o presente estágio da investigação, a Força-Tarefa apurou superfaturamento de valores repassados às empresas subcontratadas de aproximadamente R$ 15 milhões.

Outro fato identificado pela Força-Tarefa, já no período de enfrentamento ao Covid-19, foi o repasse de R$ 3,3 milhões à empresa ligada à Organização Social que deveriam ser destinados à construção de dez leitos de UTI no HRVRP. As obras estão em andamento, contudo, o projeto elaborado pela Organização Social, que resultou na contratação, é impreciso, sem levantamentos prévios de custos, utilizado somente para recebimento da verba pública. A empresa contratada para executar a obra pertence ao mesmo grupo criminoso investigado.

A deflagração da Operação Camilo acontece sem prejuízos à continuidade do serviço público de saúde oferecido à população pelo HRVRP.

O nome da operação guarda relação com o santo da Igreja Católica “SÃO CAMILO DE LELLIS”, intercessor de todos os enfermos e profissionais de saúde.

Será realizada entrevista coletiva às 10 horas desta quarta-feira (27/05), na Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio Grande do Sul (Av. Ipiranga, nº 1365 – Porto Alegre/RS).

Comunicação Social
Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Sul
Fone: (51) 3235.9005

Fonte: Polícia Federal

Covid-19 – Grupo britânico McLaren planeja demitir 1.200 funcionários

 

Doze dias após perder o piloto de Fórmula 1 Carlos Sainz para a Ferrari que o contratou para a temporada do ano que vem, a fabricante britânica McLaren surpreendeu o mundo ao revelar que pode cortar 1.200 postos de trabalho, o equivalente a aproximadamente 25% do quadro total de funcionários. O desligamento faz parte de um programa de reestruturação elaborado pela empresa, que afirma ter sido impactada finananceiramente pela crise gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

“É um curso de ação que trabalhamos duro para evitar, já que adotamos medidas drásticas de economia de custos em todas as áreas da empresa. Mas não temos outra escolha a não ser reduzir o tamanho de nossa força de trabalho”, afirmou o presidente executivo Paul Walsh ao canal de tevê Sky News.

De acordo com a BBC News, entre os demitidos, estariam funcionários da produção de veículos de rua e até do time de Fórmula 1. A estimativa é de que sejam desligados 70 dos 800 funcionários do time da F1.

A McLaren explicou que com a propagação da covid-19, houve cancelamento de eventos de automobilismo, suspensão em todo mundo de atividades de manufatura e varejo, além da redução de demanda por soluções de tecnologia. Tudo isso, segundo a fabricante britânica, teria impactado repentinamente as atividades de geração de receita.

Fonte: EBC – Agência Brasil

Farsul orienta produtores sobre devoluções relativas ao Plano Collor

Produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, com contratos de crédito rural anteriores a março de 1990 e quitados após essa data, com correção pela caderneta de poupança, terão direito à restituição dos valores pagos a maior.

A decisão, de abrangência nacional, do Superior Tribunal de Justiça, teve acórdão publicado em 15 de maio último e é resultado do julgamento de recurso apresentado pelo Banco do Brasil na Ação Pública que discute a devolução de valores relativos ao Plano Collor nos financiamentos rurais.

Todos os produtores enquadrados nesta situação, inclusive com contratos quitados, renegociados ou ainda devedores ao banco, podem entrar com medida judicial individual contra o Banco do Brasil e/ou União. Conforme orientação do diretor Jurídico da Farsul, Nestor Hein, é preciso que, na ação, o produtor anexe cópia da cédula rural, de preferência com todos os demonstrativos de pagamentos.

Caso ele não possua os documentos, pode solicitar cópia do registro no Cartório do Registro de Imóveis da Comarca da agência bancária onde realizou o financiamento. “Alertamos os produtores rurais enquadrados nesta situação a fim de que busquem as informações necessárias com vista a resguardar os seus direitos”, explica Hein.

Fonte: FARSUL

Sebrae RS e Jr Achievement oferecem cursos EAD para estudantes

Estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio terão acesso gratuito a cursos na modalidade a distância (EAD) que contemplam áreas de finanças pessoais, soluções inovadoras no âmbito da educação empreendedora e preparação para o mundo do trabalho. Os conteúdos estarão disponíveis semanalmente, a partir desta terça-feira, 26 de maio, até o fim de junho, e serão ministrados por profissionais voluntários com experiência em cada setor. Para se inscrever basta acessar https://online.ajars.org.br/emcasa.

Sebrae RS e Jr Achievement oferecem cursos EAD para estudantes

Para se inscrever basta acessar https://online.ajars.org.br/emcasa (Foto: Banco de Imagens)

A iniciativa é resultado de convênio entre o Sebrae RS e a Junior Achievement. “O Sebrae, no contexto educacional, acredita que o empreendedorismo possa ser ensinado e aprendido numa abordagem de desenvolvimento de competências. Assim, além de conteúdos próprios, também somos parceiros em diversas inciativas promovidas por organizações que desenvolvem ações de empreendedorismo junto aos alunos”, afirma a gestora estadual do Programa de Educação Empreendedora do Sebrae RS, Roselaine Monteiro Moraes.

Ela destaca que o empreendedorismo já é uma realidade na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e que o Sebrae pode ajudar professores gestores escolares a incorporarem essa temática, além de contar com canais como Educação Empreendedora (www.sebrae.com.br/educacaoempreendedora), Portal de Educação a distância (www.educacaoempreendedoraead.sebrae.com.br) e Centro Sebrae de Referência em Educação Empreendedora (www.cer.sebrae.com.br).

Agenda dos cursos:

Innovation Camp: 26/05/20 – 29/05/20
Empreendedorismo e Inovação – Ensino Médio
Na competição, o estudante criará uma startup com seus colegas com a finalidade de encontrar a solução para um problema em um curto período de tempo, por meio do Design Thinking.

Economia Pessoal: 01/06/20 – 05/06/20

Educação Financeira – 8º e 9º ano do Ensino Fundamental
Com o programa, o aluno compreenderá quais são seus interesses e suas habilidades pessoais, a fim de cruzar esses dados com as diversas opções de carreiras que você poderá seguir. Para que seu futuro seja próspero, você aprenderá também a realizar orçamentos pessoal e familiar.

Conectado com o Amanhã: 08/06/20 – 12/06/20
Preparação ao Mercado de Trabalho – Ensino Médio
O programa Conectado com o Amanhã possibilitará fazer uma reflexão sobre suas competências comportamentais, sobre seu entendimento de liderança, e reforçará sua preparação para o mercado de trabalho com ferramentas práticas.

Futuro do Trabalho: 15/06/20 – 19/06/20
Preparação ao Mercado de Trabalho – Ensino Médio
Você sabia que robôs irão ocupar em torno de 50% das profissões já existentes na próxima década? No programa, você entenderá os impactos da 4ª Revolução Industrial, quais serão carreiras de alto crescimento no futuro – como as áreas STEM – e como você pode estar preparado para esse futuro.

Meu Dinheiro, Meu Negócio: 25/06/20 – 29/06/20
Educação Financeira – Ensino Médio
Participando do programa, o estudante desenvolverá habilidades para lidar com o dinheiro e aprenderá sobre investimento em poupança, sobre os raciocínios utilizados para se fazer investimentos em renda fixa e variável, sobre como funcionam empréstimos e muito mais.

Fonte: SEBRAE RS

Pior que ataque a STF é falta de projeto educacional, diz Barroso

 

Recém-empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso, também integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje (26) que mais grave do que ataques sofridos pelos tribunais é o país não ter um projeto educacional adequado.

Barroso deu a declaração durante uma entrevista coletiva por videoconferência após ter assumido a presidência do TSE. Ele foi questionado sobre comentários do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que no vídeo de reunião cogitou a prisão de ministros do STF.

“O vídeo fala por si só e eu não gostaria de comentá-lo. Não é tema específico para um juiz se pronunciar. Porém, pensando do ponto de vista institucional, eu considero que mais grave do que o ataque ao Supremo é o país que não tem projeto adequado para a educação”, disse Barroso.Após a divulgação do vídeo, feita por determinação do ministro do STF Celso de Mello, Weintraub disse ter havido uma tentativa de deturpar sua fala para desestabilizar a nação.

Nesta terça-feira (26), Barroso disse acreditar que o país vive “período de instabilidade institucional”, mas que manifestações pedindo intervenção das Forças Armadas no Congresso ou no Supremo “acendem o sinal de alerta”.

“Acho que vivemos um momento em que é preciso atenção e renovação de nossas crenças em nossos valores democráticos, e de enfatizar o papel digno e importantíssimo e constitucional das Forças Armadas”, disse o ministro.

Ações

Na videoconferência, Barroso foi questionado também sobre o julgamento de ações que tramitam no TSE contra a chapa do presidente Jair Bolsonaro e do vice, Hamilton Mourão. O ministro disse que algumas dessas ações devem ser julgadas nas próximas semanas, por já terem sido liberadas e estarem na fila do plenário.

“A regra geral é seguirmos a ordem cronológica dos pedidos de liberação pelos relatores”, disse Barroso.

Fonte: EBC – Agência Brasil